Palestrantes 2017

Barbara Wagner Rio de Janeiro

Barbara Wagner

 

Barbara Wagner nasceu em Brasília, em 1980. Vive e trabalha no Recife. Sua prática em fotografia está centrada no “corpo popular” e suas estratégias de subversão e visibilidade entre os campos da cultura pop e da tradição. Publicadas em livros editados pela artista desde 2007, suas obras têm sido exibidas em exposições individuais e coletivas nacional e internacionalmente e fazem parte das coleções permanentes do MASP e MAM, em São Paulo. Desde 2011, trabalha em colaboração com o artista Benjamin de Burca (Munique, 1975), com quem participou do 33º Panorama de Arte Brasileira (São Paulo, Brasil), da 4a. Bienal do Oceano Índico (La Réunion, França), da 36ª EVA International (Limerick, Irlanda), da 5ª edição do Prêmio Marcantonio Vilaça e da 32ª Bienal de São Paulo (São Paulo, Brasil). Mestre em Artes Visuais pelo Dutch Art Institute (2011).

Edson Luiz de Sousa Rio de Janeiro

Edson Luiz de Sousa

 

Edson Luiz de Sousa é psicanalista, desenvolve nas últimas décadas trabalhos em torno da articulação da psicanálise e arte, aprofundando-se também no pensamento sobre as utopias. Possui graduação em Psicologia pela PUC-RSl (1984), especialização em filosofia pela UFRGS, mestrado em Psicanálise e Psicopatologia - Université de Paris VII - Denis Diderot (1989) e doutorado em Psicanálise e Psicopatologia - Université de Paris VII - Université Denis Diderot (1993). É professor da Pós Graduação em Psicologia Social e Institucional na UFRGS, onde coordena, junto com Maria Cristina Poli, o LAPPAP - Laboratório de Pesquisa em Psicanálise, Arte e Politica/UFRGS.Tem Pós Graduação em Psicanálise - Clínica e Cultura (UFRGS), pós-doutorado em Paris 2009-2010 na Université de Paris VII (Université Denis Diderot) e na École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS).

Fernanda Lopes Rio de Janeiro

Fernanda Lopes

 

Doutoranda no Programa de Pós-Graduação da Escola de Belas Artes da UFRJ, Fernanda Lopes atua como curadora assistente do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e professora do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da PUC-Rio e da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. É organizadora, ao lado de Aristóteles A. Predebon, do livro Francisco Bittencourt: Arte-Dinamite (Tamanduá-Arte, 2016), e autora dos livros Área Experimental: Lugar, Espaço e Dimensão do Experimental na Arte Brasileira dos Anos 1970 (Bolsa de Estímulo à Produção Crítica, Minc/Funarte, 2012) e “Éramos o time do Rei” – A Experiência Rex (Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça, Funarte, 2006). Entre as curadorias que vem realizando desde 2008 está a Sala Especial do Grupo Rex na 29a Bienal de São Paulo (2010). Em 2017 recebeu, ao lado de Fernando Cocchiarale, o Prêmio Maria Eugênia Franco da Associação Brasileira dos Críticos de Arte 2016 pela curadoria de exposição Em Polvorosa - Um panorama das coleções MAM-Rio.

Júlia Rebouças Rio de Janeiro

Júlia Rebouças

 

Júlia Rebouças, nasceu em Aracaju, vive e trabalha em Belo Horizonte.

Foi cocuradora da 32ª Bienal de São Paulo, realizada em setembro de 2016, em São Paulo. De 2007 a 2015, integrou a curadoria no Instituto Inhotim. Desde 2012, colabora com a Associação Cultural VideoBrasil, integrando a comissão curadora dos 18º e 19º Festivais Internacionais de Arte Contemporânea SESC_Videobrasil, em São Paulo. Foi curadora adjunta da 9a Bienal do Mercosul, em Porto Alegre, mostra intitulada Se o Clima For Favorável, de 13 de setembro a 9 de dezembro de 2013.

Realiza diversos projetos curatoriais independentes, dentre os quais destacamos a exposição Zona de Instabilidade, com obras da artista Lais Myrrha, na Caixa Cultural Sé, São Paulo, em 2013, e na Caixa Cultural Brasília, em 2014. Integrou o corpo de jurados do concurso que selecionou o projeto arquitetônico e curatorial do Pavilhão do Brasil na Expo Milano 2015, em Brasília. Escreve para catálogos de exposições, livros de artista e revistas de arte. Em 2014, participou da comissão curatorial do livro Outras fotografias na arte brasileira séc. XXI, pela editora Cobogó. Atualmente, trabalha na edição de livro sobre a obra de Sônia Gomes. É mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal de Minas Gerais e doutoranda pelo mesmo programa.

Lucas Gehre e Neno Rio de Janeiro

Lucas Gehre

 

Lucas Gehre é nascido e residente em Brasília. Trabalha principalmente com desenho, quadrinhos e design. É artista plástico, quadrinista, diretor de arte, roteirista e editor de publicações. É um dos editores da SAMBA, antologia de quadrinhos independente, lançou com o selo homônimo Amarelo, laranja e vermelho, compilando suas HQs e desenhos. O grupo editou mais de 10 outros títulos com o selo, além da revista SAMBA #1 a 3. Participa dos principais eventos de quadrinhos e zines desde 2009, entre os quais: FIQ, Feira Plana, Pãodeforma, Feira Tijuana. Em 2015, integrou o grupo organizador da primeira DENTE, feira de publicação independente realizada em Brasília, colocando a cidade no circuito de eventos nacionais. É membro do ateliê coletivo NOVA em Brasília.

Neno

 

Neno é graduado em Desenho Industrial pela Universidade de Brasília (2011). Tem experiência na área de programação visual. Atua no mercado desde 2005. Foi sócio do estúdio Mopa (2009-2011). Integrante da equipe do projeto Interações(não) distantes, iniciado em março de 2012, tem por objetivo promover um intercâmbio cultural entre artistas de diferentes regiões brasileiras e estudantes do Curso de Licenciatura em Artes Visuais nos polos presenciais da UnB/UAB. É membro do ateliê coletivo NOVA em Brasília.

Moacir dos Anjos Rio de Janeiro

Moacir dos Anjos

 

Moacir dos Anjos é pesquisador e curador de arte contemporânea da Fundação Joaquim Nabuco, no Recife, onde coordena, desde 2009, o projeto de exposições Política da Arte. Foi diretor do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães - MAMAM (2001-2006) e pesquisador visitante no centro de pesquisa TrAIN – Transnational Art, Identity and Nation, University of the Arts London (2008-2009). Foi curador do pavilhão brasileiro (Artur Barrio) na 54ª Bienal de Veneza (2011), curador da 29ª Bienal de São Paulo (2010), co-curador da 6ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre (2007), e curador do 30º Panorama da Arte Brasileira, Museu de Arte Moderna (2007), em São Paulo. Foi curador da mostra coletiva Cães sem Plumas (2014), no MAMAM e de exposições retrospectivas dos trabalhos de Cao Guimarães (2013), no Itaú Cultural, e de Jac Leirner (2011).

Peter Pál Pelbart Rio de Janeiro

Peter Pál Pelbart

 

Peter Pál Pelbart nasceu em Budapeste, na Hungria, em 1956. Graduou-se em Filosofia pela Universidade Paris IV (Sorbonne) e doutorou-se pela Universidade de São Paulo (USP) com tese sob orientação de Bento Prado Jr. Vive em São Paulo, onde atualmente é professor titular na PUC-SP, no Departamento de Filosofia e no Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica (Núcleo de Estudos da Subjetividade). Estudioso de Gilles Deleuze, traduziu para o português Conversações, Crítica e clínica e parte de Mil platôs, todos publicados pela Editora 34. Escreve principalmente sobre loucura, tempo, subjetividade e biopolítica. Entre seus livros estão Da clausura do fora ao fora da clausura: loucura e desrazão; A nau do tempo-rei: sete ensaios sobre o tempo da loucura; O tempo não-reconciliado: imagens de tempo em Deleuze; A vertigem por um fio: políticas da subjetividade contemporânea] e Vida capital: ensaios de biopolítica. Recentemente publicou o cordel Carta aberta aos secundaristas [n-1 edições, 2016]. Há vinte anos faz parte da Cia. Teatral Ueinzz, laboratório esquizocênico e biopolítico. Ali aprendeu a rir de si mesmo, a suspeitar dos louros e das glórias vãs, e a desfrutar da liberdade de ir e devir. É coeditor da n-1 edições.

Rivane Neuenschwander Rio de Janeiro

Rivane Neuenschwander

 

Rivane Neuenschwander é uma artista plástica brasileira nascida em Belo Horizonte, Minas Gerais. Estudou desenho na UFMG, entre 1989 e 1994. Em 1992, faz sua primeira exposição individual na Itaú Galeria de Belo Horizonte e de São Paulo. Recebe, em 1993, o Prêmio Marc Ferrez de Fotografia pelo projeto Ex-Votos, Objetos Fotográficos, realizado na Funarte, Rio de Janeiro. Em 1996, é premiada no projeto Antarctica Artes com a Folha juntamente com Marepe e Cabelo. É artista residente do Royal College of Art, em Londres, entre 1996 e 1998. Participa da 24ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1998. É artista residente do International Artists Studio Program in Sweden (Iaspis), em Estocolmo, Suécia, em 1999. Em parceria com Cao Guimarães, dirige os vídeos experimentais Sopro (2000) e Word/World (2001). Em 2001, recebe prêmio da ArtPace Foundation, sediada em Santo Antonio, Estados Unidos. Participa da Bienal Internacional de Veneza em 2003 e em 2004, e da 27ª Bienal Internacional de São Paulo, em 2006.

Rosângela Rennó Rio de Janeiro

Rosângela Rennó

 

Rosângela Rennó nasceu em Belo Horizonte em 1962. Vive e trabalha no Rio de Janeiro. Formou-se em Artes Plásticas pela Escola Guignard e em Arquitetura pela Universidade Federal de Minas Gerais. É doutora em Artes pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Sua obra é marcada por apropriação de imagens descartadas, encontradas em mercados de pulgas e feiras, e pela investigação das relações entre memória e esquecimento. Em suas fotografias, objetos, vídeos ou instalações, trabalha com álbuns de família e imagens obtidas em arquivos públicos ou privados. Dedica-se também à criação de livros autorais. Suas obras fazem parte da coleção de instituições como Art institute of Chicago; Centro de Arte Contemporânea Inhotim, MAM-RJ, Culturgest, Lisboa; Daros LatinAmerica, Zurique; Guggenheim Museum, New York; Museo Nacional Reina Sofia, Madrid; Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte; MAM- SP; Museum of Contemporary Art MOCA, Los Angeles; Museum of Contemporary Art of Chicago; MoMA, New York; Orange County Museum of Art, California; Stedelijk Museum voor Actuele Kunst SMAK, Gent e Tate Modern em Londres.Vive e trabalha no Rio de Janeiro.

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Agnaldo Farias

Agnaldo Farias

 

Agnaldo Farias é Professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, crítico e curador. Atualmente é consultor do Instituto Tomie Ohtake, coordena o projeto Rumos Visuais, do Itaú Cultural (2011/2013), foi curador da 11a. Bienal de Cuenca, Equador (2011), e dividiu, com Moacir dos Anjos, a representação brasileira da Bienal de Veneza de 2012 e a curadoria geral da 29ª. Bienal de São Paulo – 2010

André Parente

André Parente

 

André Parente é Doutor em comunicação pela Universidade de Paris VIII, onde estudou entre 1982 e 1987 sob a orientação do filósofo Gilles Deleuze. Em 1987 ingressou na UFRJ, onde criou o Núcleo de Tecnologia da Imagem (N-imagem).

Seus cursos na ECO.Pós abordam uma reflexão sobre as novas tecnologias da imagem. Segundo o Prof. Andre Parente o modo como as imagens virtuais ( imagens fractais, imagens híbridas, imagens em rede, imagens multitemporais) são geradas pelas novas tecnologias de comunicação, pelas novas mídias e pela ciência contemporânea, estão alterando as condições de experiência e produzindo novas formas de subjetividade. As imagens-máquina nos permitem pensar a comunicação como um campo estratégico para se compreender a cultura contemporânea.

Tem como principal foco de sua pesquisa a problematização do papel da imagem no exercício do pensamento, e a compreensão das tecnologias da imagem como formas inéditas de hibridação de campos diferenciados de saber.

Cadu Costa

Cadu Costa

 

Cadu Costa vive e trabalha no Rio de Janeiro. Artista plástico pós doutorando em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e professor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Atuou como professor na Pontifícia Universidade Católica do Rio de 2007 a 2013 e integra a equipe de professores do projeto Dynamic Encounters desde 2000 até o presente. Contemplado com a bolsa de residência artística Iberê Camargo em 2001 no London Print Studio e durante 2008 artista visitante na Universidade de Plymouth a convite do Arts Council (Reino Unido). Em 2013, foi vencedor do Prêmio Pipa e contemplado com a bolsa de residência artística na Residency Unlimited (Nova Iorque). Em 2014 artista participante dos projetos de residência Plataforma Atacama (Chile) e InSite (Mexico).

Dentre as mais recentes exposições coletivas de que participou destacam-se: “Amor e Ódio a Lygia Clark” – Zacheta National Gallery – Varsóvia, a 13a Bienal de Istambul, o 3o Festival de Arte e Tecnologia de Moscou, a 30ª Bienal de São Paulo, “Art in Brazil” (Festival Europalia – Bruxelas), “Panorama da Arte Brasileira 2011″ (São Paulo) e a 7ª Bienal do Mercosul (Porto Alegre).

Cláudia Leitão

Cláudia Leitão

 

Esteve à frente da pasta de Economia Criativa do Ministério da Cultura de 2011 a 2013. Doutora em Sociologia pela Université de Paris V, é professora do Programa de Pós- Graduação em Políticas Públicas e Sociedade da Universidade Estadual do Ceará (UECE), onde lidera o Grupo de Pesquisa sobre Políticas Públicas e Indústrias Criativas. Foi Secretária da Cultura do Estado do Ceará no período de 2003 a 2006.

Daniel Senise

Daniel Senise

 

Nasceu em 1955 no Rio de Janeiro. Em 1980, se formou em engenharia civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, tendo ingressado na Escola de Artes Visuais do Parque Lage no ano seguinte, onde participou de cursos livres até 1983. Foi professor na mesma escola de 1985 a 1996. Desde os anos oitenta o artista vem participando de mostras coletivas, entre elas a Bienal de São Paulo, a Bienal de La Habana, em Cuba, a Bienal de Veneza, a Bienal de Liverpool, a Bienal de Cuenca, a Trienal de Nova Delhi, no MASP e no MAM de São Paulo, no Musee d’Art Moderne de la Ville de Paris, no MOMA, em New York, no Centre Georges Pompidou, em Paris, no Museu Ludwig, em Colônia, Alemanha.

Daniel Senise tem exposto individualmente em museus e galerias no Brasil e no exterior, entre eles, o MAM do Rio de Janeiro, MAC de Niterói, Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, o Museum of Contemporary Art, em Chicago, o Museo de Arte Contemporáneo, México, Barquet Gallery e Charles Cowley Gallery, em Nova York, Michel Vidal, em Paris, Galleri Engström, em Estocolmo, Pulitzer Art Gallery, em Amsterdam, Diana Lowenstein Fine Arts, em Miami, na Galeria Silvia Cintra, no Rio de Janeiro, Galeria Vermelho, em São Paulo, e a Galeria Graça Brandão, em Lisboa.

Fabiano Silva

Fabiano Silva

 

Foi somente na faculdade que Fabiano adotou O Silva como assinatura e decidiu que seria ilustrador. Já formado em Comunicação Social pela Universidade de Brasília, mudou-se para São Paulo e, um ano mais tarde, ingressou no Carlo Giovani Estúdio. Nos 4 anos de experiência no estúdio aprendeu boa parte do que sabe a respeito de seu ofício. Atualmente atua como freelancer de ilustração e se aventura na programação e criação de seres imaginários.

Marcius Galan

Marcius Galan

 

Marcius Galan, artista plástico, nasceu em 1972 , em Indianápolis, nos EUA e veio para o Brasil antes de completar 1 ano. Vive e trabalha em São Paulo, SP. Começou os estudos na UFRJ, no Rio de Janeiro e em 1992 transferiu-se para São Paulo e completou o Curso na FAAP. Entre as exposições recentes destacam-se Social Diagrams - Künstlerhaus Stuttgart (2008), curadoria de Jesko Fezer e Axel Wieder; Color into Light - Museum of Fine Arts, Houston (2009), curadoria de Alison Greene ; 'Ha Sempre um Copo de Mar para um Homem Navegar ", o 29 ª Bienal de São Paulo ( 2010), curadoria de Agnaldo Farias e Moacir dos Anjos; Ensaios de Geopoéticas, 8a Bienal do Mercosul, curadoria de José Roca; ' Planos de Fuga ', CCBB , São Paulo, com curadoria de Jochen Volz e Rodrigo Moura ( 2012) ; " Para Ser construidos ' , Curadoria de Agustin Perez Rubio, MUSAC , León (2012) ; 'Isto é Brasil ! 1990-2012 " com curadoria de David Barro , Palexco , La Coruna , Espanha (2012).

Entre as exposições individuais recentes estão Arquitetura del Desarraigo – Saludarte Foundation, Miami (2014), Como dobrar Uma Bandeira com Desdobrar, Galeria Silvia Cintra + box4, Rio de Janeiro, 2014; Diagrama - NC-Arte Bogotá (2013), curadoria de Maria Iovino, Geometric Progression, na galeria White Cube em Londres (2013), Imóvel/Instável, Galeria Luisa Strina, São Paulo (2011). Galan concluiu recentemente uma residência na Gasworks, Londres, bolsa que recebeu através do prêmio PIPA , em colaboração com o Museu de Arte Moderna , Rio de Janeiro ( 2013), foi contemplado com a Bolsa Iberê Camargo para uma residência na School of Art Institute of Chicago em 2005 e para uma residência na Cité internationale des Arts, Paris em 2003. Seu trabalho integra as seguinte coleções abertas para o público: Museu de Arte Moderna de São Paulo; Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Pinacoteca do Estado de São Paulo; Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto; Instituto Inhotim, Minas Gerais; Museum of Fine Arts Houston, Museu Jumex, México; Fundação Serralves, Portugal; Zabludowicz Collection, Londres .

Nelson Felix

Nelson Felix

 

Nelson Felix é escultor, desenhista e professor. Em 1989, recebeu bolsa do Ministério da Cultura Francês pela exposição na Galeria Charles Sablon em Paris e o prêmio da APCA, pela melhor exposição do ano em desenho. Ganhou a Bolsa Vitae de Artes em 1991 e três anos depois, volta a receber o prêmio da APCA em escultura, pela exposição no MASP-SP. Em 1996 ganha prêmio Bravo Brasil na XXIII Bienal de São Paulo, em 2002 o Ministério da Cultura lhe confere o prêmio de Conjunto da Obra – Marcantonio Vilaça. A editora CosacNaify publicou, em 1998, o primeiro livro sobre sua obra, seguido por mais quatro obras que ilustram sua importância na arte contemporânea brasileira.

Patricia Herzog

Patricia Herzog

 

Brasiliense, diretora criativa e fundadora da marca Experimente Brasília, empresa especializada em turismo criativo na cidade, assume as mesmas funções na Tríade Patrimônio Turismo Educação, instituição com 10 anos de atuação em Brasília. Em ambas empresas cria e coordena trabalhos relacionados à valorização e fortalecimento da identidade cultural brasiliense, entre eles a Trilha dos Azulejos, um passeio por Brasília pelas obras de Athos Bulcão. Bacharel em turismo e especialista em gestão do patrimônio cultural, Patrícia se inspira experimentando a cidade modernista e em outras viagens por cidades com histórias para contar.

Patrizia Bittencourt

Patrizia Bittencourt

 

Patrizia Bittencourt Pereira tem formação multidisciplinar em Letras e Economia. É mestre em Desenvolvimento Econômico pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Com 10 anos de experiência em empresas industriais, ingressou no Serviço Social da Indústria (SESI Paraná) em 2005, onde é analista técnica Centro Internacional de Formação de Atores Locais para a América Latina (CIFAL Curitiba), um programa do SESI em parceria com o Instituto das Nações Unidas para Treinamento e Pesquisa (UNITAR/ONU). No CIFAL dedica-se a projetos de treinamento técnico avançado em Gestão Urbana e Urbanização Sustentável para gestores públicos da América Latina. É pesquisadora em economia criativa para o desenvolvimento; interações criativas comerciais e industriais e desenvolvimento econômico regional. Em 2011 criou a Rede de Economia Criativa do Paraná (REDEC) para difusão de conhecimento e pesquisa sobre a economia criativa do estado. É palestrante, professora e consultora para incubadoras e startups. É membro e colabora na Cátedra Ozires Silva de Empreendedorismo do Instituto Superior de Administração e Economia ISAE/FGV; Rede Crie Futuros de São Paulo e junto ao Co-Labs da Argentina para a Economia Criativa e Colaborativa na América Latina.

Priscila Borges

Priscila Borges

 

É mestre e doutora em Comunicação e Semiótica. Pesquisadora dos sistemas de representação visual e de suas resignificações a partir das relações entre linguagens. Professora do curso de jornalismo da Universidade Federal de Ouro Preto, UFOP, pesquisadora do Centro de Convergências de Novas Mídias, CCNM/UFMG, diretora executiva do Centro Internacional de Estudos Peircerianos CIEP/PUC-SP e vice-secretária geral da International Association for Semiotics Studies IASS/AIS.

Ralph Gehre

Ralph Gehre

 

Ralph Tadeu Gehre é curador e artista plástico. Nasceu em Três Lagoas, Mato Grosso do Sul, em 1952. Vive e trabalha em Brasília. Tem por formação Desenho e Plástica e Arquitetura e Urbanismo, na UnB. Trabalhou como curador em mostras coletivas e individuais para galerias particulares e instituições como Caixa Cultural, Museu dos Correios e Funarte. Foi membro da Comissão de Seleção Nacional do edital Bolsa Funarte de estímulo à produção em artes visuais (2012) e membro do comitê de seleção do edital Atos Visuais Funarte Brasília (2013). Expôs seu trabalho em inúmeras mostras coletivas e individuais em espaços como CCBB, Museu dos Correios, Caixa Cultural, Museu da República, além de mostras em países como Portugal e Espanha. Utiliza diversas mídias gráficas, além da pintura e da fotografia, mas considera o desenho base de seu trabalho. Trata de questões relativas à construção do processo da leitura, situando sua pesquisa entre a palavra e a imagem.

Raquel Gondin

Raquel Gondin

 

Doutoranda em Ciências da Cultura pela Universidade Trás-os-Montes e Alto Douro – UTAD/ Portugal. Possui graduação em Administração de Empresas, especialização em Arte-Educação e mestrado em Administração pela Universidade Estadual do Ceará. Atualmente é professora na Universidade de Fortaleza – UNIFOR nos cursos de Audiovisual e Novas Mídias, Design de Produtos e Design de Moda. Participa do grupo de pesquisa Políticas Públicas e Indústrias Criativas da Universidade Estadual do Ceará desenvolvendo estudos nos seguintes temas: desenvolvimento local, economia criativa e empreendedorismo criativo.